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Na segunda temporada da série em áudio “Aqui é meu lugar”, as pessoas que moram nas comunidades tradicionais do Cerrado piauiense contam sobre a resistência e as conquistas que possibilitam a permanência em seus territórios, apesar da violência causada pelo agronegócio.

Titulação coletiva, recuperação de fontes de água, agroecologia, jovens e a pertença ao território, mulheres indígenas, saúde e plantas medicinais, espiritualidade e a organização contra as violações aos direitos humanos são temas tratados nessa temporada, com oito episódios de cerca de sete minutos cada.

A segunda temporada de “Aqui é meu lugar” é realizada pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos em parceria com a Comissão Pastoral da Terra no Piauí e a Universidade de Strathclyde.

Ouça também: “Aqui é meu lugar – resistência das comunidades rurais aos impactos do agronegócio” 


Episódio: 8 comunidades se organizam e resistem aos impactos do agronegócio


Para resistir à violência do agronegócio, comunidades rurais no Sul do Piauí se organizaram para defender seus direitos e para garantir a titulação coletiva de seus territórios.

A história e a organização do Coletivo das Comunidades Impactadas pelo Agronegócio é o tema do oitavo episódio da segunda temporada de “Aqui é meu Lugar”.

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Episódio: 7 O território como fonte de força e resistência

Para os povos que vivem no Cerrado, as árvores, as águas e o território também são fontes de força e resistência. As orações para aplacar o fogo, a preservação dos rios e florestas e a conexão com os encantados e ancestrais são alguns exemplos de tradições presentes no dia a dia das comunidades.

No sétimo episódio da segunda temporada de Aqui é meu lugar, as mulheres de comunidades rurais no Piauí nos contam sobre a relação do território com as tradições culturais e a espiritualidade. 

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Episódio 6: Cerrado é saúde: o conhecimento das raizeiras

Raízes, cascas, resinas, óleos, folhas, sementes e outros bens da natureza se tornam alimentos que curam nas mãos de raizeiras e raizeiros que aprenderam com seus antepassados a identificar as plantas, coletar as partes medicinais, reconhecer as doenças e preparar remédios caseiros.

No sexto episódio da segunda temporada de Aqui é Meu Lugar, raizeiras compartilham seus conhecimentos e reforçam a importância do território para a saúde das pessoas que vivem no Cerrado.

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Episódio 5: Sou mulher, sou indígena, sou forte!

As mulheres indígenas do Piauí dão o exemplo de organização e liderança. Levantam suas vozes para dizer que povos indígenas sempre existiram na região e agora passam a ter suas identidades e territórios reconhecidos, apesar da violência do agronegócio e das oligarquias rurais.

No quinto episódio de Aqui é meu lugar você escuta três mulheres indígenas, dos povos Kariri e Gamela, que resistem e garantem direitos para as comunidades rurais do Cerrado.

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Episódio 4: Juventude diz não ao trabalho escravo, não ao agronegócio!


A juventude encontra muitas incertezas, mas carrega dentro de si um potencial transformador. Através da organização e da educação, os jovens buscam melhorar suas condições de vida e contribuir com suas comunidades, cuidando do Cerrado, da agroecologia e de suas sementes.

Relatos da resistência da juventude rural ao trabalho escravo e ao agronegócio estão no quarto episódio da segunda temporada de Aqui é meu Lugar.

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Episódio 3: Cuidar da terra, semear e colher alimentos sem venenos

As comunidades do Cerrado resistem em seus territórios e produzem  alimentos de maneira agroecológica para garantir a soberania alimentar e  o cuidado com a natureza, o que beneficia toda a sociedade.
No terceiro episódio da segunda temporada de Aqui é meu Lugar representantes de comunidades rurais no sul do Piauí contam sobre sua produção agroecológica de alimentos, apesar da violência causada pelo agronegócio.

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Episódio 2: A recuperação das fontes de água


Aceiro, recuperação de nascentes e o combate ao desmatamento são formas que várias comunidades no Sul do Piauí utilizam para proteger suas nascentes, brejos e rios que sofreram os impactos do agronegócio como desmatamento, contaminação por agrotóxicos e incêndios.

Neste episódio, representantes de três comunidades contam como se organizaram para garantir o acesso à água como principal fonte de vida em seus territórios.

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Episódio 1:  Comunidade de Salto conquista titulação coletiva dos territórios


A região do Matopiba, formada pelo cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piaui e Bahia vem sofrendo há décadas pelos impactos da expansão do agronegócio. O desmatamento e a grilagem de terras causam também poluição do solo e da água por agrotóxicos. Mas as comunidades resistem para defender seus territórios.

O primeiro episódio da segunda temporada de Aqui é meu Lugar é dedicado à Comunidade de Salto, no sul do Piauí, que conquistou a titulação coletiva de seu território.

Leia a transcrição do episódio